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O primeiro passo, antes mesmo do início do pro­jeto, foi a demolição prévia do local. Encon­tramos pare­des falsas em dry­wall e sancas de gesso, que escon­diam as pare­des recor­tadas orig­i­nais, a laje com sua mis­tura estru­tural (con­creto e aço), assim como uma antiga máquina de exaustão.

O con­ceito do pro­jeto foi desen­volvido a partir da culinária ital­iana con­tem­porânea, pro­posta pelo chef. Numa releitura das cores tradi­cionais da Itália, o branco se trans­forma em palha e dá o tom às pare­des inter­nas, o ver­melho ganha um col­orido argila e dá as boas-vindas na fachada. Já o verde adota uma nuance pastel e con­cebe a coz­inha, total­mente aberta, que extravasa pela exaustão também exposta durante todo seu per­curso.

O mobil­iário tradi­cional em madeira, com tecido branco à mesa e as gar­rafas apoiadas de forma descon­traída reme­tem às can­ti­nas famil­iares ital­ianas. O caráter con­tem­porâ­neo se faz pre­sente no ambi­ente min­i­mal­ista, mas ao mesmo tempo trazendo difer­entes tex­turas e acaba­men­tos, como a cinta em con­creto aparente, o teto com trata­mento em espuma acús­tica e o balcão revestido em granilite.

Ficha Técnica

Fotos: Filipe Mar­ques
Iden­ti­dade Visual: Apar­elho Estú­dio
Mobil­iário: Thonart e Pizarro
Ilus­trações: Ana Clara Pel­le­grino

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